Por falar em volatilidade dos UdC.... A fotografia diz tudo.
Que Manhã. Chegámos a horas, levámos dorsais, começámos na linha da frente, não houve tartarugas e saímos pela porta grande. Talvez os tempos não tenham correspondido aos objetivos traçados, apesar de terem sido muito bons. Mas, como sempre, queremos aqueles segundos a menos. Não me parece dramático.
Voltámos à cidade com aquele sabor a maresia na boca, com a cara áspera do sal que se cola à pele, e com a sensação de termos passado uma manhã de sol na praia. Um clima perfeito, com sol aberto mas temperado pela brisa e temperatura maritimas, manteve os radiadores fresquinhos ao longo de todo o trajecto.
Mais que tudo, foi uma prova bonita, sem sobressaltos, que acabou, em beleza, com um aconchego da Claudine no Capote. Quem não sonha com ter uma claudine ali no Capote, para nos repor as energias, nos agradar com a sua superfície adocicada e saciar as nossas insuficiencias mais basicas naquela hora de necessidade. Só quem lá esteve é que poderá alguma vez compreender.
Já não ia à Costa de Caparica há anos, e sabe sempre tão bem lá voltar, ver que tudo está na mesma mas melhor, e sobretudo para reviver esta prova única, na companhia sempre intensa e motivadora do meu co-fundador. Mas confesso, hei de la voltar em breve, mas não para correr, e talvez sozinho. É que a Claudine não me sai da cabeça!